A mostra reúne 48 obras do artista e há esculturas em terracota, prataria sacra, assim como textos históricos, entre outras produções.
Com curadoria de Rafael Schunk, a exposição demonstra como a arte sacra e, por sua vez, as obras de Agostinho foram influenciadas por diferentes culturas e povos através de relações comerciais e sincretismo religioso.
As obras mostram como as populações indígenas levaram aspectos únicos para a arte sacra produzida no Brasil, como o uso de terracota. Essas obras têm traços específicos da cultura local, que acabaram sendo apropriadas pelos colonizadores e que mais tarde seriam incorporadas ao movimento Barroco.