Além do Brasil, outras cinco equipes disputam o torneio em solo chinês. Uma delas, a Bélgica, já está garantida na Copa do Mundo por ser a atual campeã europeia. Ou seja, os três participantes mais bem colocados fora o time belga - que está na liderança - se classificam.
A seleção verde e amarela está em quinto, com a mesma campanha de Mali (uma vitória e duas derrotas), mas fica atrás no saldo de pontos. Se o Pré-Mundial acabasse agora, a equipe africana ficaria com a última vaga.
Na madrugada de sábado (14), pela terceira rodada, o Brasil foi superado pela República Tcheca por 84 a 65. As brasileiras foram para o intervalo ganhando por 46 a 42. A partir daí, porém, as europeias acertaram a defesa e assumiram o controle do jogo, cedendo apenas 19 pontos e se sobressaindo no coletivo.
A ala/pivô Damiris Dantas foi o principal nome da partida, com 30 pontos e 12 rebotes. Outro destaque, a pivô Kamilla Cardoso fez 15 pontos e apanhou 11 rebotes. O Brasil, no entanto, dependeu em excesso delas e da ala Emanuely Oliveira (14 pontos). O trio foi responsável por 85% dos pontos da equipe verde e amarela. A seleção tcheca, por sua vez, teve quatro atletas com ao menos 10 pontos e nove jogadoras diferentes anotando cestas - no time brasileiro, foram apenas seis.
Na estreia, o Brasil foi superado pela Bélgica por 99 a 70. A reabilitação veio em seguida, com a vitória por 94 a 79 sobre o Sudão do Sul. O último compromisso pelo Pré-Mundial será nesta terça-feira (17), às 8h30, contra as anfitriãs chinesas.
Campeãs em 1994, as brasileiras não disputam a Copa do Mundo desde 2014, na Turquia, quando ficaram na 11ª colocação. Mesmo ausente nas duas últimas edições, o Brasil é o quarto país com mais presenças no evento. São 16 participações, atrás somente de Austrália (17), Coreia do Sul e Estados Unidos (ambos 19).
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