Entre os documentos, há fotos, vídeos, arquivos em texto e publicações variadas sobre os 60 bens imateriais registrados pelo Iphan, desde que essa categoria de reconhecimento foi criada, há exatos 25 anos.
Entre os documentos, há fotos, vídeos, arquivos em texto e publicações variadas sobre os 60 bens imateriais registrados pelo Iphan, desde que essa categoria de reconhecimento foi criada, há exatos 25 anos.
O presidente do Iphan, Leandro Grass, destacou que, entre os bens, estão formas de expressão e celebrações como o Círio de Nazaré, o forró, o carimbó, o maracatu e o chorinho.
Essa plataforma agora lançada vai facilitar o acesso das pessoas para entenderem o que são esses bens. E principalmente poderem se engajar na salvaguarda e na preservação das comunidades, argumentou Grass.
Segundo o diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Deyvesson Gusmão, o objetivo do Bem Brasileiro é disponibilizar informações públicas para o cidadão.
No público-alvo, estão pesquisadores, estudantes e os detentores do patrimônio imaterial, que passaram a buscar por informações diversas. E isso é o reflexo da nossa sociedade. É nossa história".
A plataforma foi desenvolvida pelo Iphan em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e o Laboratório de Inteligência de Redes da Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Brasília (FCI/UnB).
A plataforma traz também, por exemplo, uma relação de agentes dedicados aos bens que constituem o patrimônio imaterial nos diversos territórios do país, como mestres, grupos culturais e organizações parceiras do Iphan na preservação e promoção desse patrimônio, com seus respectivos meios de contato.
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