É inegável que o artista teve um olhar atento para as transformações ambientais de seu tempo, documentando desde a industrialização crescente até fenômenos naturais, como enchentes e degelos. No entanto, a relação de Monet com a ecologia da época era outra, muito diferente das dimensões atuais do termo, tanto no campo das ciências do clima quanto no da história da arte. Ainda assim, é possível traçar leituras contemporâneas sobre o seu trabalho, especialmente se considerarmos a força e o impacto que sua obra segue exercendo na sociedade, afirma, em nota, Fernando Oliva, um dos curadores da mostra.
No mês de agosto, a exposição atingiu um marco histórico de público, ultrapassando 410 mil pessoas e superando a exposição Tarsila Popular, que havia recebido 402 mil visitantes em 2019. Segundo o Masp, esta foi a exposição mais visitada da história do museu.
Chegando à sua última semana, o Masp decidiu prorrogar o horário de visitação, oferecendo novas opções de horários com entrada gratuita. Nesses dias, a exposição poderá ser visitada até a meia-noite.